Gabriel Jaú destaca o novo desafio profissional no Flamengo nessa temporada

Um dos cinco cestinhas da última edição do NBB aceitou o desafio de mudar de Estado pela primeira vez na carreira e passar a atuar no maior vencedor da história do torneio promovido pela Liga Nacional de Basquete. Gabriel Jaú vem para o Flamengo com a expectativa alta de toda a diretoria e da comissão técnica. O Garrafão Rubro-negro conversou com exclusividade com Gabriel Jaú que falou desse novo momento na sua carreira profissional, a expectativa pela adaptação na cidade e a nova função tática que poderá ter.

Entrevista com Gabriel Jaú

Primeiramente, Gabriel Jaú você fez uma boa temporada e isso acabou chamando a atenção de vários clubes brasileiros sobre o seu potencial dentro do basquete. Quais foram os fatores que te fizeram aceitar a proposta de defender o Flamengo nessa nova temporada? Sair de São Paulo era um objetivo que você já tinha nesse momento da carreira?

-Quando soube que o Flamengo tinha interesse em mim fiquei muito empolgado! É uma equipe que todo atleta gostaria de jogar pela história que tem no cenário brasileiro de basquete, e também por saber de toda a cobrança e desempenho que o atleta vai ter e, com isso, evoluir. Mas o meu maior motivo para vir para o Flamengo foi que eu queria ter novos desafios, sair ainda mais da minha zona de conforto, conhecer um jeito diferente de trabalhar e também para poder trabalhar com o Gustavinho. Ele é um técnico que sempre ouvi falar muito e sempre tive muita vontade de trabalhar. Tivemos o primeiro contato através da seleção e gostei bastante. Tenho certeza de que vou poder agregar muita coisa no jogo ao trabalhar com ele e com todos da comissão do Flamengo.

Seja no Bauru e na seleção brasileira mais recentemente podemos acompanhar você atuando tanto na posição de ala, ala-pivô e pivô. Entre essas posições qual você se sente mais à vontade em quadra? E você enxerga que atuar na posição de ala pode abrir mais oportunidades dentro da seleção brasileira pensando nesse ciclo olímpico?

– Joguei minha base toda como ala/pivô, mas gosto muito de jogar de ala e sei que tenho muita coisa pra evoluir, pois é tudo novo para mim! Estou gostando muito da oportunidade de atuar na posição na seleção e acredito que vou me aprimorar ainda mais, podendo atuar uma temporada toda nela. É um grande desafio, mas estou empenhado para conseguir!

Quando você teve seu nome oficializado pelo Flamengo. O técnico Guerrinha fez alguns comentários bem elogiosos sobre a sua pessoa e o seu basquete. Como é pra você ter esse reconhecimento do Guerrinha? E o quanto ele foi importante no amadurecimento e no processo de evolução do seu basquete?

-Fico feliz e agradecido pelo que ele disse sobre mim. O Guerrinha me deu bastante liberdade nessa temporada e me passou bastante confiança para fazer o melhor para o time, mas do mesmo jeito que dava liberdade, me cobrava bastante no treinamento para poder ter aproveitamento! Sou grato a ele por ter me apoiado bastante nessa última temporada e poder ter evoluído.

O Flamengo contratou dois reforços na qual você já trabalhou em temporadas anteriores no Bauru – Gui Deodato e Rafael Hettsheimeir. Como será pra você ter a oportunidade de conviver diariamente com eles dois agora em um novo clube? E por ter uma amizade e uma rotina com eles maior tu acreditas que isso pode te ajudar na ambientação dentro do Flamengo?

-Com certeza ajuda! Ter amizades em cidade e time novos ajuda muito! O Rafa e o Gui são caras que tenho um grande carinho e admiração, poder estar jogando no Flamengo com eles vai ser bem maneiro e a questão de um conhecer o outro vai ajudar muito dentro de quadra. O Rafa, como já jogou aqui, me falou bastante sobre o clube e sobre o pessoal que faz parte do nosso dia a dia, esses pontos já me ajudaram muito ao chegar no time e, com a chegada deles aqui, vai ter um clima bem descontraído e com muito trabalho!

Para finalizar. Como foi pra você ter tido a experiencia de ter visto o jogo do Flamengo pela Copa do Brasil no Maracanã? O que tu podes falar do seu primeiro contato com a nação?

-Foi de arrepiar! O Maracanã estava lotado e foi uma sensação inexplicável poder vivenciar aquele momento, pretendo ir muito mais vezes torcer! Fiquei muito feliz e agradecido com a recepção que minha família e eu tivemos com todos do Flamengo, sou grato à toda a torcida rubro-negra e aos dirigentes do Flamengo.

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