Gustavo De Conti enaltece o comprometimento dos jogadores na virada histórica diante do Instituto de Córdoba

Campeão Estadual, campeão da Copa Super 8 e campeão do NBB – a história da ainda curta trajetória profissional do técnico Gustavo De Conti é marcada por títulos e reconhecimento. Com seu espirito altamente competitivo, o treinador buscará em breve o titulo internacional que ainda falta na sua carreira. O blog Garrafão Rubro-Negro conversou com o treinador que como sempre teve a humildade de reconhecer o mérito dos jogadores na construção da vitória na Champions League Américas e projetou a grande final da competição.

Gustavo De Conti fala do espirito dos jogadores na virada épica diante do Instituto de Córdoba

“A gente veio conversando muito durante a semana que não poderíamos cuidar somente da nossa parte, do jogo, principalmente dos jogos decisivos. Não adianta só o Marquinhos se preparar bem, o Deryk se preparar bem, cabe a todos ficarem perguntando e observando se todos os jogadores estão se preparando bem. O time não é meu, não é do Marquinhos, esse time que está aqui no Flamengo é de todos os jogadores. Nesse jogo decisivo contra o Instituto, eu senti muito essa energia dentro do vestiário, principalmente os jogadores mais experientes, eles preocupados se os outros jogadores estavam ligados na partida. E isso ficou muito marcado na nossa reação no segundo tempo. Uma vitória histórica para todos nós.”

O apoio da torcida do Flamengo sendo fundamental na construção da reação

“É meio chover no molhado. Se a gente em um jogo ou outro não sabemos como iremos atuar, o jogador X ou Y se irá jogar o máximo dele ou não, mas uma coisa quando eu chego no ginásio eu tenho certeza que a torcida do Flamengo dará o seu máximo para nos apoiar. Eles nos cobram e nos incentivam nos momentos mais complicados. Eu não tenho dúvidas se a torcida não tivesse presente, a gente não teria virado esse jogo.

A primeira final de competição internacional nas Américas como treinador

“Não deu pra pensar muito nisso ainda. Eu estava muito focado nesse jogo, eu passei o jogo gesticulando, xingando, entrando em quadra, quando as coisas não saem de um jeito, temos que achar outra maneira. Eu sou um treinador que não aceito derrotas, sempre busco dar um jeito, tudo isso dentro das regras é claro. Falta técnica faz parte da regra, cobrar faz parte da regra. Não deu muito tempo de pensar que será minha primeira final como técnico nesse tipo de competição. Mas sem dúvidas, eu quero muito esse título, muitos jogadores não tem também. Pra minha carreira como treinador será histórico se ocorrer. O mais importante é o Flamengo ganhar, mas claro que cada um tem seus objetivos também.”

A preferência de adversário na final da Champions League Américas – Quimsa ou San Lorenzo

“ Eu vi grandes jogos do Quimsa nessa temporada na Liga Argentina e na Champions League. O San Lorenzo eu percebi oscilar um pouco mais, mas é um time que cresce muito em reta final e nesse tipo de competição. Sinceramente os últimos jogos deles eu não vi.  Eu não tenho preferência. A minha preferência é ter o mando de quadra e jogar mais partidas ao lado do meu torcedor.”

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